Comecei minha vida de jogatina lá na década de 80 com um Telejogo, passei por Odissey e Atari, mas o que me fez realmente viciar nisso foi o Nintendinho e os arcades (ou fliperamas, como a gente chamava). Games como Streets of Rage e Final Fight fizeram a minha alegria durantes anos, o estilo beat-em-up (também conhecido como ande e dê porrada em todo mundo) sempre foi um dos meus preferidos, então imaginem o que senti quando soube que Scott Pilgrim vs. The World: The Game seguiria por essa linha.
Os games pra Xbox Live Arcade cada vez me surpreendem mais. O que começou com títulos simples foi melhorando a olhos vistos com o passar do tempo a partir do momento que a Microsoft resolveu aumentar o limite de 50MB por jogo que ela impunha. Com isso os desenvolvedores puderam trabalhar melhor e nos apresentar verdadeiras pérolas que poderiam perfeitamente serem vendidas em DVD, como Braid, Shadow Complex e, o mais novo sucesso, Limbo.
Pra começar esta análise tenho que deixar claro um fato: sou bastante fã desta série desde o início e a trilogia, que foi lançada para Xbox e PS2, só reforçou essa minha adoração. Infelizmente a primeira encarnação do game para a atual geração (intitulado somente Prince of Persia) me decepcionou pelas mudanças na jogabilidade com sua proposta de menos ação e mais exploração. 